Como é a caligrafia de um Asperger?

Como é a caligrafia de um Asperger?

Foto: Reprodução

Como é a caligrafia de um Asperger?

Hoje vamos falar sobre um assunto bem interessante, será que pessoas que tenham em suas vidas a Síndrome de Asperger, que nos dias atuais é classificada como o grau mais leve dos Transtornos do Espectro do Autismo (TEA), tem algum problema com sua caligrafia?

Vale lembrar que entre as principais características destes indivíduos, temos uma dificuldade na interação social e ainda alguns problemas com a coordenação motora.

Esses “problemas” com a coordenação motora, faz com que vários indivíduos que tenham o Asperger em suas vidas, tenham dificuldades na escrita feita a mão.

Geralmente estas pessoas, por mais que tentem fazer letras “bonitas” acabam não tendo uma caligrafia que “encha” os olhos de quem a lê.

Esta dificuldade de escrever de um jeito “bonito” é percebida ainda nos primeiros anos escolares, geralmente estas pessoas tentam melhorar a sua caligrafia ao máximo que conseguem, mas nunca chegam a um ponto ideal.

Alguns inclusive tentam fazer o uso do conhecido “caderno de caligrafia” que seria uma excelente ferramenta para aperfeiçoar a escrita manual, mas mesmo com essa ferramenta em mãos a escrita não é melhorada.

Diante de tudo acima citado, cabe ao Asperger aceitar que sua letra não é uma das melhores, mas se ao menos for legível, já está ótimo!

Conte para nós, se você tem algum problema com sua caligrafia, comentando abaixo!!!

Caso encontre erros no texto, nos avise que serão corrigidos o quanto antes!

 

FernandoAzevedo

5 comentários sobre “Como é a caligrafia de um Asperger?

  1. Oi,

    Meu filho de quinze anos é asperger e segura o lápis de uma forma diferente, fora do usual. Talvez por isso, desde que foi alfabetizado, aos 5 anos, sempre escreva com letra bastão.
    Algumas escolas dos Estados Unidos já aboliram o ensino da versão manuscrita por terem se rendido a pouca utilidade de se escrever dessa forma em um mundo cada vez mais tecnológico.
    Então, concordo com a opinião expressa na postagem que privilegia apenas o “legível” ou “comunicável”.

  2. Sim.

    Desde o 3 anos até a conclusão do ensino médio até os dias de hoje (tenho 30 anos). Todos os meus professores especialmente os de português reclamavam de minha letra. Nas reuniões dos professores onde cada professor falava dos aluno no meu caso era minha a caligrafia.hoje nao lugo mais.e como foidito no texto tive varios caderno de caligrafia quando chegava na pagina 10 kkkkkk estava la o garrancho de novo….kkk …..é bem isso….

  3. Boa noite meu nome e Andrea sou mãe de um menino de 14 anos João Pedro que foi diagnosticado em outrubro do ano passado por um neuropediatra que diagnóstico como autismo leve com transtorno global no aprendizado e na escrita. Estudo em escolas particulares e nenhuma o ajudou hj ele está no 7 ano escola pública e pleiteando um professor tutor. Esta muito difícil ele acompanhar mas a coordenadora pedagógica “está tentando fazer o possivel” para ajudar .mas gracas a Deus ele está se adaptando a alguns percalços mas vamo que vamo..
    Obrigada andrea mãe do João Pedro 14 anos autista leve

  4. Olá! Tenho um filho de 14 anos que é Asperger e ele sempre teve dificuldades com a escrita cursiva por isso ele desenvolveu a escrita com a letra bastão.

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