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Porque alguns autistas não gostam de serem tocados?

Foto: Reprodução

Neste artigo iremos abordar algo que faz a família e pessoas próximas de pessoas que sofrem com algum dos graus dos Transtornos do Espectro do Autismo (TEA).

Trata-se da rejeição ao toque físico que para a maioria das pessoas é uma maneira de mostrar seu afeto pelo outro.

Porém para alguns indivíduos que sofrem com algum dos graus do TEA. Essa atitude pode representar uma verdadeira “tortura”.

Um simples aperto de mãos mais demorado, um toque inesperado em alguma parte de seu corpo, ou até mesmo um abraço, podem ser grandes desafios na vida de um autista.

Seja ele de grau leve, ou ainda do grau mais severo. Muitos portadores do TEA, sofrem com essa “rejeição” ao afeto por contato físico.

Essa rejeição ao “afeto” não acontece por “vontade própria” do indivíduo que tem o TEA. Mas sim devido a algumas alterações existentes em uma das partes de nosso cérebro que é a responsável por identificar “atitudes” sociais.

Algo que para aqueles que convivem com um indivíduo que sofra com algum grau do TEA, sabe bem que é um de seus maiores desafios.

Existem casos que o Asperger, Autistas ou simplesmente TEA, podem associar o contato social, como algo ruim.

Isso porque em muitos os casos, estes indivíduos ao serem surpreendidos com um abraço por exemplo, tem a tendência de se afastarem de imediato.

Geralmente essa atitude é vista como “soberba” por aqueles que não sabem do “problema” que o TEA carrega consigo.

Nestas situações o autista tende a se sentir totalmente desconfortável, como se o ato de abraçar alguém fosse uma verdadeira tortura, ou como se aquilo lhe causasse “dor”.

Podemos dizer que aqueles que sofrem com esse pequeno “empecilho”, causado pelo TEA, vê o contato social com uma certa “angústia”.

Familiares e amigos próximos precisam aprender a lidar com essa “indiferença” do indivíduo ao contato social e tentarem aos poucos  e sempre com um aviso prévio, desenvolver a capacidade destes a aceitarem de forma mais “sutil” esse tipo de contato.

Com paciência e determinação tudo é possível, e no caso de um  portador de algum dos graus do Autismo isso é a chave dos problemas.

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