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Conheça algumas coisas que “incomodam” Aspergers

Foto: Reprodução

Neste artigo iremos falar sobre alguns “aspectos” bem curiosos que afetam de certa forma a vida de muitos indivíduos que tenham a Síndrome de Asperger, ou ainda qualquer outro transtorno que seja parte do Espectro do Autismo (TEA).

Essas peculiaridades que iremos abordar hoje são nada mais, nada menos do que algumas coisas que incomodam e muito esses indivíduos.

Esse incomodo se dá devido a uma certa “aflição” que estes indivíduos, simplesmente não conseguem controlar e por vezes, podem acabar agindo de maneira “estranha” e podem não ser compreendidos por outras pessoas. Já que pode ser que a sua reação a determinado fato, no ambiente onde esta, seja vista como “exagerada”.

Esses “medos” ou apenas “incômodos” como prefiro chama-los são geralmente causados, por sons inesperados, ou ainda alguma forma de contato.

Podem ainda virem a ocorrer, com uma sensibilidade a certos sabores, cores, aromas e a luz.

Primeiro o incomodo que mais afeta um  Asperger é uma sensibilidade a ruídos. Geralmente pessoas que sejam “Aspies” tendem a serem mais sensíveis a ruídos.

Ruídos como o de alguém esfregando as mãos em uma porta, martelando um prego, retirando a tampa de uma caneta. Entre outros.

Apesar destes ruídos por vezes não serem muito “altos” esses indivíduos, tendem a ouvir assim mesmo e ficaram um tanto “incomodados”. Um dos ruídos que mais “assusta” pessoas que sofram com algum dos graus do TEA é o ruído vindo do motor de uma motocicleta.

Muitos não conseguem inclusive tiraram carteira de habilitação nesta categoria, por se sentirem aterrorizados, somente com o ruídos que o motor da moto produz.

Essa sensibilidade ao som pode ainda ser notado, em outros casos, como em barulhos de pequenos motores domésticos, como de geladeiras, liquidificadores, espremedores de fruta, maquinas de lavar, entre outros.

Pessoas que tenham a Síndrome de Asperger geralmente também possuem uma certa “sensibilidade” ao toque e por vezes acabam sendo vistos pelos outros, como pessoas “esnobes” pelo fato de cumprimentarem as pessoas de “longe” ou ainda simplesmente puxar sua mão de volta, ao estende-la para fazer o gesto de “aperto de mãos”.

Existem também casos, que estes indivíduos não gostam de serem abraçados e se afastam quase que imediatamente de quem aplica o abraço neste indivíduo.

Tudo isso somente vai prejudicando ainda mais a “socialização” destas pessoas que acabam ficando isolados por serem interpretados pelos outros como “egoístas”, “frescos”, ou apenas “metidos”.

Essas pessoas que sofram com o Asperger ou ainda com outro grau do TEA, tendem a apresentarem certa sensibilidade a alguns sabores que experimentam e por vezes não conseguem engolir o alimento, por não suportar seu “gosto”, algo que também acontece com pessoas “normais”.

Existem também casos, em que um Asperger, simplesmente não suporta visualizar uma determinada cor, que pode tirar a sua concentração e por vezes, este simplesmente deixa o local, para não ter que encarar a cor que lhe incomoda.

Alguns aromas também mexem com a sensibilidade sensorial destes indivíduos que por vezes podem até mesmo passarem “mal” ao sentirem algum “cheiro” que não lhes seja agradável.

E por fim, existem ainda casos, onde o indivíduo apresenta uma certa sensibilidade a luz, principalmente, quando este esteve muito tempo no escuro e uma luz é acesa, quase que instantaneamente, estes simplesmente não recebem a claridade, com muita “alegria”.

É claro que tudo isso não é o fim do mundo  e pode facilmente ser contornado pelo Asperger que deve aprender a conviver com seus “incômodos” para assim tentar ter uma vida mais “normal” possível.

As pessoas que os cercam devem estarem preparadas para lidarem com esses incômodos e tentaram ajudar que o Asperger lide com eles da melhor forma possível.

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2 Comments

    JOSMIGUEL DE SOUZA

    julho 11, 2017 at 2:56 pm

    EXCELENTE MATÉRIA.AMEI.

    leni alves de lima santos

    julho 12, 2017 at 2:56 pm

    Fico feliz de estar recebendo essas informações, pois só agora meu filho com 26 anos foi diagnosticado, estamos em face de adaptação e as matérias estão me ajudando muito.