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É possível encontrar tratamento para o Asperger na saúde pública?

Foto: Reprodução

Já abordamos aqui no blog sobre como é realizado o tratamento da Síndrome de Asperger e ainda dos outros transtornos que compõem os transtornos que são parte do Espectro Autista (TEA).

Geralmente este tratamento é realizado por meio de psícoterapias e ainda por meio do ensinamento de novas “atividades” que passam a serem introduzidas na vida do paciente para que assim ele deixe de lado certos comportamentos “inadequados”.

Já foi dito por aqui também que o diagnostico do TEA é de difícil realização, visto que ele não possui tantos sinais evidentes. Principalmente no Asperger que é o grau mais leve do TEA e tem comportamentos “limitados” que acabam passando despercebidos na maioria dos casos e assim um diagnostico não é realizado.

Existem ainda casos em que o TEA é confundido com outros transtornos como o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), o TDAH ( Transtorno do Déficit da Atenção com Hiperatividade) e também com a Bipolaridade. Fora tudo isso, ainda existe a escassez de profissionais capacitados para uma correta execução deste diagnostico.

Tudo isso acaba dificultando o tratamento que é feito ao longo da vida do indivíduo para que ele consiga viver sem “sofrer” por conta de suas peculiaridades.

Porém, mesmo após a conquista do diagnostico do TEA, muitas vezes famílias com um indivíduo que sofra com o TEA acabam encontrando novas dificuldades.

Isso acontece porque no nosso país, ainda existem poucos recursos destinados ao tratamento deste transtorno que segundo pesquisas afeta ao menos 1% da população de nosso país que chega hoje a mais de 200 milhões de habitantes.

O tratamento do TEA pelo setor público é limitado e pouco produtivo, já que faltam recursos para um melhor atendimento e ainda estrutura para um maior número de casos atendidos.

Atualmente o tratamento do TEA pela saúde publica é realizado por meio de Centros Especializados em Reabilitação (CER) no caso do Asperger, já os outros transtornos com “sintomas” mais severos são tratados por institutos específicos que são definidos pelo ministério da saúde, quando o paciente busca o atendimento necessário.

Uma coisa é certa nisso tudo, o atendimento para o tratamento do TEA, no SUS (Sistema Único de Saúde) por muitas vezes não é alcançado por conta da pouca oferta de vagas abertas para sua realização e ainda por estes institutos especializados no assunto ficarem afastados da maioria dos pacientes que sofrem com o TEA. Algo não muito diferente de toda a saúde publica de nosso país que é um caos total.

O governo deveria investir mais nesta área da saúde e assim ajudar que mas pessoas conquistem seus tratamentos, sejam eles para o TEA, ou para qualquer outro problema qualquer.

Até que tudo isso não ocorre, cabe a cada um buscar no setor privado seu atendimento. Quando isso não é possível devido aos limites financeiros, o único meio é ficar sem o tratamento ideal. Esse ultimo cenário infelizmente é o que mais acontece.

Mas isso pode mudar, quando a população como um todo passar a enxergar o TEA com outros olhos, essa pode vir a pressionar as autoridades publicadas a darem mais atenção para esses indivíduos e assim um grande avanço seria atingido.

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