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Descobri que meu filho tem Asperger e agora?

Foto: Reprodução

Temos falado muito sobre como é para o Asperger conviver com o transtorno que atualmente é classificado como parte do Espectro do Autismo (TEA).

Porém não falamos muito como é para a família deste indivíduo ter que lidar com todas as peculiaridades desta “criança” ou ainda até mesmo adulto, já que existem muitos casos, onde o diagnostico só é confirmado já na vida adulta.

Pessoas que tenham o Asperger geralmente enfrentam muitas dificuldades na interação social, que dificulta que eles tenham uma qualidade de vida, visto que por muitas vezes acabam sendo isolados da sociedade, como um todo, devido a sua “falta de empatia” e comportamentos considerados inadequados em determinadas situações.

Fora o fato de que geralmente estes mesmos indivíduos possuem capacidades motoras bem difíceis e acabam sendo bem “atrapalhados”.

Tudo isso faz com que não somente ele que é o “portador” do Asperger sofrer, mas também aqueles que estão a sua volta e o amam do jeito que é.

Geralmente os pais descobrem o Asperger, ou ainda o Autismo clássico na criança entre os 3 e 5 anos de idade.

Quando essa noticia é dada para a família, esses enfrentam um choque muito grande, algo relatado por alguns como sendo um “luto”, visto que eles agora sabem que seu pequeno irá sofrer muito durante a sua vida, e num primeiro momento não tem nenhuma ideia de como pode ajudar para que esse “sofrimento” seja amenizado da melhor maneira possível.

Passada essa fase de “luto” vem a preocupação com o preconceito que a criança, ou ainda adolescente vai sofrer por parte da sociedade. Tudo isso acaba tornando os pais de crianças com TEA, de qualquer um dos graus, seja ele “leve”, “médio” ou “grave” em seres muito protetores que acabam poupando muito o indivíduo de coisas que imaginam que esse possa vir a sofrer com a exclusão por parte da sociedade.

Tudo isso faz com que o Asperger, ou ainda o indivíduo com TEA, perca a chance de tentar aprender com a sociedade que o cerca e assim seu aprendizado é prejudicado, mesmo sem que essa seja a intenção por parte da família.

Outro problema enfrentado pelos pais é o fato de ter que ter uma “paciência” acima da média com o filho, que por vezes pode acabar dizendo, ou ainda fazendo coisas que vão mexer com os sentimentos dos pais.

Uma coisa é certa nisso tudo, quando o diagnostico do Asperger ou ainda de qualquer outro transtorno do TEA é confirmado, não é uma noticia ruim.

Mas sim uma vitória, visto que a partir dai os pais poderão contar com um apoio por parte de especialistas que irão ajudar a criança, adolescente ou ainda adulto a lidar melhor com suas dificuldades e ainda a incentiva-los a explorar mais suas qualidades.

Pais de crianças autistas podem se sentir “desolados” por um tempo por querer que o filho pudesse ter uma vida “normal”, mais saibam que eles podem ter essa vida “normal”, porém da maneira deles mesmos.

O que é preciso por parte dos pais e de todos que cercam esse indivíduo é uma compreensão muito grande e muito amor, que deve ser demonstrado acima de qualquer dificuldade que possa a vir aparecer.

Com isso tudo citado, tanto o Asperger, como seus pais podem ter uma vida cheia de alegria e uma boa convivência entre si mesmos.

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