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Porque o autismo é mais difícil de ser diagnosticado em mulheres?

Foto: Reprodução

Quem esta acompanhado nosso humilde blog, deve ter visto um artigo publicado por aqui na data de ontem.

No qual falamos sobre o motivo que faz com que o diagnostico do autismo seja mais frequente em homens do que em mulheres. Caso não tenha visto a publicação acesse a mesma por aqui!.

Porém nem tudo dito no artigo anterior é o principal motivo para que existam tantos homens diagnosticados como autistas e bem menos mulheres com o mesmo diagnostico.

O autismo em mulheres se manifesta de maneira diferente do que em homens, além do fator genético citado no artigo anterior, existem outros fatores que dificultem o diagnostico correto de mulheres que por vezes acabam sendo diagnosticadas como sendo portadores do TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), ou ainda com TDAH (Transtorno do Deficit de Atenção com Hiperatividade).

O autismo tende a se manifestar de forma mais severa em mulheres, e muitas vezes não são diagnosticados. Ou ainda ganham um diagnostico correto, bem mais tarde do que em homens.

Isso se deve pelo fato dos métodos de avaliação do Autismo por vezes ser de um padrão masculino, o que acaba dificultando a identificação do transtorno em mulheres.

As mulheres diferentemente dos homens, tem tendências de terem como seus “hiperfocos” assuntos dos quais não são considerados “fora do padrão” aceito pela sociedade em sua faixa etária, com isso acabam muitas vezes passando despercebidas pelo olhar do especialista que esta avaliando o caso.

Outro fator relevante é a capacidade das mulheres em “disfarçarem” seus comportamentos sociais se “inspirando” em outras mulheres vistas pela sociedade como sendo “normais”.

Essa “atuação” tende a seguir por toda a sua vida e assim a mulher pode viver toda a sua vida e não saber que seja portadora do autismo, seja ele em qualquer grau de intensidade.

Mulheres possuem maior facilidade em se engajarem em historias fantasiosas e imaginarias, em suas infâncias.

Algo pouco comum no caso de homens autistas que em sua infância, em muitos casos não são facilmente engajados com historias do gênero.

Desta maneira, além do fator genético citado no artigo anterior, as mulheres ainda podem não serem diagnosticadas como autistas pelo fato de saberem “imitar” com perfeição pessoas “neurotípicas”.

Uma coisa é certa, seja o autista homem ou ainda mulher, esse não é alguém “estranho” ou não condizente com o resto da sociedade, afinal de contas todas as pessoas são diferentes em muitos aspectos.

Os autistas somente são um pouco mais “incomuns” que os outros em suas peculiaridades, mas isso não é algo “tão ruim” como muitos imaginam.  Em breve teremos mais artigos falando um pouco mais sobre o autismo, fique ligado!.

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